quarta-feira, 21 de novembro de 2012

a minha surpresa foi a do meu marido

Vou me apresentar sou andreia tenho 32 anos morena 1,70 55kg cabelos progressivamente tratados olhos e cabelos castanhos claros Era de familia humilde do interior de são paulo,conheci uma pessoa um pouco mas velha do que eu acabei me apaixonando não por que tinha dinheiro e sim por que cuidava de mim muito bem.depois de 1 ano de namoro casamos e eu fui morar na capital… Mas indo ao que interessa… Meu marido trabalha em uma firma,onde é mestre de obras e fica o maior tempo lá Eu trabalho num salão de beleza onde ele tbm é socio e chego em casa sempre as 4 da tarde tinhamos alguem que cuidava da nossa casa, casamento tava um pouco frio sexo por sexo e só um belo dia tive uma ideia de preparar uma surpresa pro meu marido mandei a menina pra casa e preparei um jantar que ele gostava coloquei velas perfumadas na casa toda e vestir uma nova lingerie nova bem provocante,antes tinha ligado pro seu celular e ele disse que tava quase chegando deixei um bilhete dizendo que era pra vestir o que tava no banheiro de baixo e a luz sempre apagada,eu tive uma impressão que tinha escutado outra voz mas deixe pra lá ele fez o que mandei liguei pro seu celular e mandei sentar no sofá desci as escadas bem devagar com uma musica de fundo e comecei a abracar ele por traz fiquei na sua frente e comecei a passar minha lingua no seu corpo quando abri o ropão meu deus tava duro e melado como sempre cair de boca naquela rola e fiquei massageando suas bolas ele pegou uma taça de vinho e derramou na minha boca (ele sabe que fico tontinha com vinho)quando tava de boca sentir outra mão me pegar nas costas dei um suspiro e meu marido pediu que não olhase pra traz amarrou um pano nos meus olhos e me levou pra cama me colocou de quatro e pediu que eu abrisse bem a xaninha
nossa quase morri de tesão sentir uma boca grossa e gelada nela gemir gostoso e meu marido dizendo que a puta dele merecia aquilo o seu amigo colocou uma camisinha e sem pena meteu tudo no meu cú gritei e meu marido deu um tapa na minha cara chorei de tesão e dor meu marido colocou a rola do amigo na minha boca e pediu que ele metesse até eu vomitar meu marido deitou e me colocou por cima da sua rola com mnha xaninha enquanto dessa vez carinhosamente o amigo meteu no meu cuzinhonunca tinha feito aquilo mas rebolava feito uma puta. gozei tanto que apaguei quando dei por me meu marido tava me chupando e ofegante e comecei a eterrar mas pra minha surpresa era o meu marido sendo penetrato pelo amigo sempre desconfiei mas nunva disse nada ainda de olhos fechados gozei na boca do meu marido ouvir o amigo dele dizendo que ia gozar só vi meu marido abrindo minha boca e metento aquela porra toda e engolir tudo…
meu marido comeu mas uma vez e o amigo dele no meu cú foi tatanta dor de prazer que desmanhei… Acordei o dia já tava claro uma bandeja linda na cama …tomei o café e desci meu marido tava na sala lendo o jornal beijei ele locamente e pra minha surpresa descobrir que tinha sido o meu chefe o socio do meu marido… Depois desse dia ñ paramos de fuder pensando naquela surpresa… bjs carinhosos e quem gostou manda comentarios


Em meados de julho eu me sentia feliz e axava que tudo estava certo em minha casa,nao imaginava oque eu estaRIA A SUPORTAR.Minha mulher sempre foi bonita jamba cabelo liso e muito xeirosa, percebi eu que ela andava xegando tarde e muitas vezes sem a calcinha que sempre era menor q minha mao nossa ficava linda nela, a luana sempre me conquistou por ter voz de menininha e quando gozava eu ficava louco e sempre fiz o que ela quis,depois de 10 anos de casamento,eu me deparei com luana pelada nacama falando com alguem e quando eu xegei a ligaçao foi encerrada depois de uma hora ela se arruma e fala que vai na casa da amiga, volta cansada suada e sem a danada da calcinha,peguei no pe dela entao comecei a sentir o danado do chifre,ela contou tudo, que ia as baladas enquanto eu viajava e dava pros amigos dela e meus,e os detalhes todos eu nem sabia que o ex-namorado dela comia ela ate hj, amigos de escola,e ate um vizinho nosso,e todas as vezes que ela me mandava lamber sua boceta era p q ela tinha dado e queria carinho na xana pois estava dolorida, o carro bonito parado na esqina nada mais era que meu patrao qe me deu uma promoçao qe agora que eu entendi o pq e por que tinha de viajar, as marcas na bunda dela era de apanhar e nao de alergia,os seos marcados erao de chupadas e nao do sutiem.nossa tudo tinha explicaçao, quantas vezes eu chupei sua boceta que vinha da rua molhada eu eu achava que ela estava exitada quantas saidas noturnas que iria ver uma amiga que nao estava bem,todas elas explicadas detalhes por detalhes,minhA mulher era muito puta,meus amigs meu patrao,nossa.quantas vezes ela estava nua na cama mes amigos chegAVAO EM CASA E DIZIAO IR NO BANHEIRO E EU NEM NOTAVA QUE ALI JA ROLAVA SEXOE DO PESADO, COMO EU TINHA MUITO SERVIÇO NA NET NEM DAVA TEMPO DE OLHAR,QUANTAS VEZES ELA SAIU DO BANHEIRO E MOSTRAVA A BUNDA PROSMEUS AMIGOS EU NAO VIA MOSTRAVA SEIOS E ATE DAVA TEMPO DOS CARA FAZER UMA ORAL PRA ELA MAS NAO VIA,TUDO LI ELA ME DISSE,EU ME INDGNEI QUASE BATI NELA AXO QUE ATE BATI, ENTAO ELA DECIDIU IR EMBORA MAS EU A AMO ENTAO PENSEI BEM E PEDI DESCULPAS ENTAO QUEM ME BATEU FOI ELA NAO REAGI ELA ME BAEU XINGOU DE TUDO NOME,E DISSE QUE IA PARAR.UM DIA EWPOIS DISSO VEIO MEU AMIGO EM CASA ESTAVAMOS NO SOFDA CONVERSANDO ELA ENTAO XEGOU DE BLLUSINHA CURTA E COM UMA CUECA FEMININA,NOSSA EU QUIS FICAR BRAVO,ELA ME MANDO CALARA BOCAE DISSE QUE ESTAVA NA CASA DELA E QUEM MANDAVA ERA ELA,EU FIQEI QUETO,E DE QUEBRA MANDOU EU FAZER UMA CAIPIRA PRO MEU AMIGO QUE ESTAVA MUITO CALOR,ELA DA COZINHA EU VIA ELA DANDO BEIJOS NELE E PASSANDOA MAO NO SEU PAU,EU NAO REAGI PERDI O RESPEITO E PENSEI E AGORA?VOLTEI LA DEI A CAIPIRA PRA ELA ELA ENTAO PEGOU O COPO DESPEJOU UM POUCO NOS SEIOS E MANDOU O MEU AMIGO LAMBER TIROU A BLUSA E EU ALI OLHANDO ELE LAMBIA CADA PEDEÇINHO DOS SEOS DELA DEPOIS ELA SE LEVANTOU E MANDOU EU TIRAR SUA CALCINHA EU TIREI ELA COLOCOU A OERNA NO SOFA E MANDOU EU LAMBER SUA BUCETA EU NAO DIZA NADA COMEÇOU A BEIJAR O CARA EQUANDO EU VI O PAU DO CARA ESTAVA PASSANTO PERTO DA MINHA BOCA E ENTRANDO EM SUA BUCETA E ELA DISSE NAO TO SENTINDO SUA BOCA EU FEXEI O OLHOS E LAMBI SUA BUCETA COM PAU E TUDO NOSSA QUE COISA ESTRANHA MAS XUPEI O TEMPO QUE O MEU AMIGO METEU EU TIVE QUE CHUPAR E FOI ASSIM A TRANSA INTEIRA DE TODAS AS POSIÇOES DEPOIS QUE O CARA GOZOU SE VESTIU E FOI EMBORA SEM DIZER NADA ELA CRUZOU A PERNA E FICOU ME ESPRANDO EU FUI TRANQUEI A PORTA E VOLTEI ELA ME AGARROU PELO CABELO E ESFREGOU A XANA NA MINHA BOCA E DISSE LIMPA TUDO SEU CORNO SAFADO DE AGORA EM DIANTE VAI SER ASSIM,EU MANDO NA CASA NO CARRO EM VC CERTO? EU DISSE CERTO E NUNCA GOZEI TANTO DEPOIS DISSO,XU´PAVA ELA E GOZAVA COMO LOUCO COMIA ELA QUANDO ELA QUERIA E COMO ELA QUERIA MAS FOI BOM JA FAZ UM ANO QUE VIVO ASSIM E ME SINTO FELIZ EM SER SEU ESCRAVO.... ABRAÇOS QUEM QUIZER SER TBEM E MUITO BOM

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

levei minha esposa numa casa de swing

                 
quando o relacionamento de um casal entra na rotina, procura uma casa de swing para apimentar seu casamento.
                            uma aconchegante casa de swing



                      troca de casais numa casa de swing


A história que vou contar agora é verdadeira e aconteceu numa casa de swing.

Ela sempre foi do tipo exibicionista, e a primeira vez que percebi isso foi na praia, quando eu avisei a ela que a calcinha do seu biquini era um pouco transparente e, molhada da água do mar, deixava transparecer seus pentelhos, ao que ela me respondeu, "melhor assim". Nessa época éramos apenas namorados.Seu nome é Camila, cabelos longos e seios enormes, quase desproporcionais, com biquinhos rosados, tem cerca de 1,68cm. É uma mulher extremamente bonita e sem dúvidas seus seios lindos se destacam no conjunto. Havíamos tido apenas uma experiência no swing, em uma casa, em que eu a comi em uma cabine, com a grade fechada, e depois a chupei até fazê-la gozar, quando então percebi que estava sendo observado por várias pessoas. Embora não tivéssemos tido qualquer outra experiência, na noite em questão estávamos dispostos a ir até as últimas consequências. Havíamos combinado uma espécie de jogo, uma aposta, e nenhum dos dois estava disposto a perder. Fomos a uma casa de swing em São Paulo, no Brooklin, em um local de altíssimo nível. Já no caminho sentia um frio na barriga pensando no que poderia acontecer com a minha mulher, que não aparentava nenhuma ponta de arrependimento em fazer o que estávamos fazendo. Ela usava um vestido marrom de um tecido fino, um pouco acima do joelho, e uma bota de couro preto. Chegamos por volta das 23 horas e nos sentamos em uma mesa de frente para a pista de dança. Pedimos dois drinks e ficamos conversando e observando os outros casais e umas moças que dançavam em dois pequenos palcos que ficavam no meio da pista de dança. Depois que ela tomou a segunda birita e eu terminando a segunda dose de whisky, puxei-a pela cintura e falei baixinho no seu ouvido o desafio que lançaria a ela. Pelo acordo, eu iria mandar ela fazer alguma coisa e, se ela topasse e efetivamente fizesse, eu não poderia mais interrompê-la. Falei com ela: "quero que você tire a sua calcinha, deixe comigo e suba para o andar de cima. Eu vou tomar outra dose e subir. Quando eu chegar lá em cima, quero ver se você terá coragem de já estar fodendo com outro cara. Da minha parte, o desafio é deixar você fazer o que quiser e não interromper". Ela deu um sorriso e fez uma cara safada, como se tivesse ganhado a maior oportunidade de uma vida, lambeu minha orelha, pegou meu rosto com as duas mãos e me deu um safado beijo de língua, evidenciando o tesão que estava sentindo, virou-se pra mim com um enorme sorriso no rosto e disse: "meu amor, pode ter certeza de que eu não vou pular fora, daqui há alguns minutos eu vou estar trepando e gemendo na pica de outro macho e você não vai poder fazer mais nada, e nós dois nunca poderemos voltar atrás do fato de eu ter fodido com outro". Aquelas palavras me gelaram a barriga, desde o início tinha dúvidas se ela seria capaz de foder com um desconhecido em uma casa de swing, mas vendo a decisão dela percebi que, a não ser que eu perdesse a aposta e desistisse daquilo tudo, em pouco tempo veria o pau de outro macho entrando na buceta da minha esposa. Eu respondi que que já tinha pensado nisso e deveríamos seguir até o fim, embora no fundo estivesse inseguro se conseguiria suportar. Dito isto, ela enfiou as duas mãos por baixo do vestido, levantou o quadril para facilitar e me entregou a calcinha, me deu mais um beijo de língua e levantou decidida rumo à escada para o segundo andar, que ficava em frente da nossa mesa, do outro lado da pista. Cheirei sua calcinha preta no lugar da bucetinha, estava muito molhada e demonstrando o quanto minha mulher estava excitada, com a vagina pronta a receber um pênis a qualquer momento. Vendo-a caminhar atravessando a pista, com seu vestido marrom e suas botas de couro, tive o impulso de me levantar e acabar com aquele jogo, chamando-a para voltarmos para casa, mas estava totalmente dominado por um tesão e um ciúme que nunca tinha sentido antes, e meu pau explodindo de tesão dentro de minha calça me obrigou a ficar sentado e ir até o fim. Guardei a calcinha no bolso e chamei o garçom para pedir mais uma dose, para me ajudar a controlar a curiosidade e o ciúme que sentia. Tomei minha terceira dose bem devagar, olhando fixamente para a escada, imaginando se ela desceria a qualquer momento, desistindo do jogo, ou se ela já estaria lá em cima trepando com outro, um total desconhecido, expondo a sua buceta em público. Tomei minha bebida vagarosamente, me controlei ao máximo e me levantei para atravessar a pista de dança e subir ao segundo andar, já sabendo que pelo tempo decorrido sem que ela tivesse descido, cerca de 30 minutos, ela certamente já estaria fazendo sexo com outro. Com as pernas bambas, fui subindo as escadas, com o coração acelerando a cada degrau, um frio na barriga e a respiração ofegante. Cheguei no corredor escuro e passei a procurar a minha esposa, vendo outros casais transando e gemendo nas cabines, dando ao segundo pavimento um clima eminentemente sexual. Antes de olhar dentro de cada cabine meu coração ia na garganta, imaginando que veria minha esposa trepando com outro, mas por mais que procurasse não conseguia achá-la e o local era enorme, escuro, com o som de música e casais transando. Já batendo um certo desespero, imaginando onde ela poderia estar, mas com a certeza de que ela estava dando para outro, entrei no labirinto ofegante, olhando para todos os lados, quando notei ao fim um enorme quarto coletivo, onde vários rapazes se aglomeravam na porta, tentando ver cada detalhe do que acontecia lá dentro. Sem respeitar a ordem de "preferência" que já tinha se estabelecido na entrada, abri caminho e entre algumas reclamações cheguei e vi a cena que não esperava ver, muito mais forte do que eu jamais imaginara, me deixando sem ar, quase caindo para trás com as pernas bambas: minha esposa praticamente nua, apenas com as botas de couro, com o vestido levantado na altura da cintura, tanto a parte debaixo como a alça, fazendo como que um cinto, apoiando a barriga em uma espécie de sofá erótico, com a cabeça mais baixa do que a altura da cintura, a bunda escancarada, as pernas totalmente esticadas e abertas, com um rapaz forte, loiro, com cerca de 23 anos, fodendo sua bucetinha com total violência, as mãos enterradas em sua bunda. Eu ouvia o barulho de carne batendo contra carne e seu gemido alto a cada estocada funda. Uma cena que jamais esquecerei. Pior, atrás deste rapaz diversos outros, além dos que já estavam na porta, nem sei quantos, com os paus em uma mão e a camisinha em outro, aguardando a vez de foder aquela mulher maravilhosa, que se oferecia a quem quisesse comê-la, sem nem olhar para a cara, idade e cor dos donos dos paus. Do outro lado do sofá, dois outros caras fortes, com os paus moles e se vestindo, dando a certeza de que ela já tinha sido comida por eles. Sem nem pensar muito, já deixando para trás qualquer sentimento de arrependimento e dominado pelo tesão, com o pau explodindo, me ajoelhei e tentei beijá-la, enquanto abria minha calça, mas era difícil encontrar seus lábios, em razão das fortes estocadas que faziam sua cabeça ir e voltar, fora os gemidos que ela não conseguia controlar. Com sofreguidão consegui beijá-la e em seguida sentei no sofá de frente para ela e ofereci meu pau para ser chupado, enquanto via a sua bunda escancarada, vermelha das várias mãos que passaram por ali, balançando a cada estocada que levava. Quando o rapaz demonstrou que estava perto de gozar, o próximo da fila já enfiou a camisinha e preparou-se para fodê-la, sem deixar que sua bucetinha ficasse sequer 5 segundo sem estar preenchida pela pica de um desconhecido. De vez em quando, com meu pau em sua boca, ela olhava para dentro dos meus olhos, com a testa franzida e os olhos cerrados, querendo deixar claro para mim quanto prazer estava sentindo. Depois, tirava meu pau, abraçava a minha cintura e deitava a cabeça no meu colo, intercalando frases com gemidos dizia, "aí meu amor, minha buceta está toda arrombada, eles estão metendo com toda a força, eu quero pica, vou ficar aqui até todos arrombarem minha buceta". Ela estava totalmente entregue, com a bucetinha aberta ao público e um a um os rapazes iam se revezando e fodendo a sua vagina. Até que chegou a vez de um homem negro alto, com o pau enorme, muito cumprido e grosso, que me deu a impressão de que ela não aguentaria. De tão grande, a camisinha entrava apenas até a metade de sua pica. Quando ela sentiu a cabeçona na sua portinha, parou de chupar meu pau e se agarrou em mim e logo que a cabeça do pau dele arrombou a sua buceta, ela enterrou as unhas na minha perna e soltou um grito brutal, mas não pode fazer nada, porque o macho a segurava firmemente em suas ancas, ela não conseguia fazer mais nenhum movimento. O cara não teve piedade e, decidido e literalmente arrombá-la, passou a socar com toda sua força, arrancando dela gritos de dor, mas sem que ela fosse capaz de pedir para ele parar. Eu não podia acreditar que aquela sucuri enorme estava cabendo na buceta da minha mulher, já nos conhecíamos há dez anos e eu sabia que sua buceta era pequena, apertada, e em diversas vezes eu já chequei a tocar no seu útero com o meu pau. Levantei do sofá e me posicionei atrás dela, ao lado do cara, e vi aquela enorme pica negra entrando até o final em sua buceta, o pau do cara já estava toda melado da buceta da minha mulher. De repente ele parou para ajeitar o preservativo, tirou seu pau de dentro e pude ver a vagina dela arrombada, já não fechava mais, com o diâmetro maior do que uma moeda de 1 real. O rapaz voltou a fodê-la até gozar, deixando-a desfalecida, com a sua bucetinha arrombada aberta, de longe podia-se ver o estrago que fizeram nela, que estava deitada sem forças no sofá. Após gozar ele deu lugar  a outro felizardo e assim sucessivamente os machos iam se sucedendo, tratando a Camila como os cães tratam as cadelas no cio. Ela às vezes trocava de posição, às vezes deitando de frente, em posição de frango assado e quando chegou um rapaz meio baixo e gordinho, com o pau curto mas grosso, parecendo uma lata de cerveja, ela pediu para ele sentar no sofá e se posicionou acima dele, encostando bem devagar a buceta na cabeçona e tentando descer com cuidado. Eu a ajudei segurando-a embaixo de seus braços. Estava difícil de entrar, mesmo com a arrombada do negão, o pau do gordinho era muito grosso. Aos poucos ela foi descendo e se encaixando, começando a rebolar naquela "lata de cerveja" que a arrombou ainda mais. Fiz questão de chegar bem de perto e ver aquela jeba enorme sumindo na bucetinha de camila, totalmente arregaçada, atolando 100% da grossa pica do gordinho. Bom, no final das contas, pelo menos 17 caras a foderam, deixando a sua bucetinha para sempre em outro patamar em termos de largura, pois ela de fato foi arrombada por diversos caras. Fomos embora, ela cheia de marcas pelo corpo, dos agarrões e chupões que levou naquela noite inesquecível. Eu tinha dúvidas quando chegamos na casa de swing se ela teria coragem de dar para outro homem e o que aconteceu foi uma verdadeira farra, jamais imaginei que ela seria capaz de fazer o que fez naquela noite. Mais tarde ela me confidenciou que sua intenção era dar para apenas um e matar a sua curiosidade, mas no labirinto três rapazes a agarraram e depois que o tesão subiu ela se soltou e resolveu dar para quem tivesse disposição de comê-la. Eu cumpri com a minha parte na aposta e não interferi, deixando que ela fosse fodida por 17 homens. No carro, no caminho de casa, ela colocou os dois pés sobre banco e levantou a saia, mostrando que sua buceta tinha ficado totalmente arrombada e não voltava ao normal. Eu coloquei dois dedos dentro e me certifiquei que de fato aquela bucetinha que até então era só minha nunca mais seria a mesma. Quando chegamos em casa, eu, que havia me controlado até então, puxei-a pela cintura e a arrastei até a nossa cama, tirei seu vestido, deixando-a apenas com as botas e penetrei de uma vez sua buceta. Pude constatar como ela de fato estava arrombada, toda melada, mas aberta, dava a impressão que se eu posicionasse poderia ficar com o pau dentro dela sem tocar nas laterais de sua vagina, de tão alargada que estava. Aquilo ficou como uma tatuagem, uma lembrança de que sua bucetinha havia servido a vários machos, algo que parecia ainda mais improvável quando estávamos em nossa casa, na nossa cama, prontos a voltar à rotina dos nossos respectivos trabalhos na segunda feira seguinte, com a certeza de que em nossos empregos e em nosso círculo social ninguém jamais desconfiaria que aquela pacata esposa um dia fora seviciada por 17 machos desconhecidos em uma casa de swing em uma noite de sábado. Voltando de meus pensamentos, fodi até inundar sua buceta com meu esperma, liberando todo o meu tesão e tensão reprimido por toda aquela noite. Sem tirar meu pau de dentro, dormimos, exaustos, com minha porra escorrendo de sua buceta. No dia seguinte, fomos tomar banho, ela com as marcas no corpo já roxas, a buceta alargada, mas se sentindo realizada por estar ao lado do homem que ama, mesmo após ter emprestado sua buceta para satisfazer outros machos cujos nomes sequer conhecia, sendo que de muitos nem mesmo o rosto viu, certa de que jamais encontraria aqueles homem a quem tanto prazer deu.








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